A democratização do CRM

Set 03 2012

O que separa uma pequena empresa, um profissional liberar ou um simples ?cidadão anônimo? (como no Megamente) das melhores práticas de gestão do relacionamento com clientes, incluindo aí os maravilhosos softwares CRM de apoio? A resposta é: pouca coisa!

O privilégio de pensar de forma estruturada na captura e qualificação de potenciais clientes; o poder de executar ações dirigidas e regulares de comunicação com fregueses; a alegria de acompanhar de perto o desabrochar de oportunidades de negócio; a segurança ao registrar os insucessos e aprender no dia a dia são todos exemplos do que o CRM democrático pode nos oferecer.

A preocupação com infraestrutura CRM dá lugar ao processamento e armazenamento de dados, seguro e barato, dos DataCenters.

O código aberto ou o software CRM pago de forma recorrente na internet encontram-se nas nuvens e, o melhor, é do fornecedor a responsabilidade de mantê-los funcionando.

Sem os cartões perfurados de outrora, ganha força a anarquia, e consequente tendência à extinção do monopólio das técnicas pelos especialistas. São agora as pessoas não especializadas a construir e operar sistemas cada vez mais configuráveis e intuitivos de CRM.

Práticas CRM, caso de sucesso e insucesso, ideias, questionamentos, e o que mais for necessário são encontrados em blogs, vídeos, conteúdo de sites especializados, FAQs, ?screencast?, redes sociais, tutoriais em texto, serviços consultivos rápidos via internet (ex. chat), além de lugares ainda não explorados e conhecidos por mim.

Segundo o SEBRAE, atrás apenas da China e dos Estados Unidos, o Brasil possui 27 milhões de pessoas envolvidas em um negócio próprio ou na criação de um. O SEBRAE também garante que o comportamento dos empresários brasileiros vem mudando na última década, e que atualmente, os donos de micro e pequenas empresas buscam conhecimento para iniciar e gerenciar negócios, pois entendem que quanto mais informação, mais competitiva será a empresa.

É desta massa de brasileiros e deste contexto de democratização que podemos esperar também uma revolução nas práticas do CRM.



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